Esmagando os pobres!

O “enfermo” ex-presidente da república não se incomodou-se em encontrar com o governador Paulista Geraldo Alckmin. Luis Inácio Lula da Silva não perdeu a oportunidade para parabenizar o reacionário tucano pela exitosa operação beligerante feita para atacar é expulsar os moradores de Pinheirinho.





Em muito constatou uma determinada mobilização mesmo que em parâmetros virtuais de uma calorosa solidariedade aos moradores de Pinheirinho. Demonstrações de indignação contra ação truculenta da PM contra os habitantes pobres da região. Denunciou-se que a odiosa medida atendia ao pedido do mafioso Naji Nahas.

Pois bem mesmo com esse grande conteúdo em apoio a Pinheirinho não se tocou em questões bem fundamentais. A questão que a derrota de Pinheirinho, foi precipita pelo PSTU é que leia-se isso de forma bem clara! O PSTU mantinha-se inserido na localidade de Pinheirinho através do MUST.

No exato momento em que o MUST prefere dar credibilidade sobre uma possível decisão favorável do poder judiciário ao invés de se basear em uma estratégia de formação de comitês de autodefesas, colocou os moradores de Pinheirinho em uma rota de derrota que se concluiria com o tempo.

Sobre uma análise como pode ser possível que marxistas que se apresentem tão ''experimentados'' e conhecedores do funcionamento do capitalismo pudesse ser tão tolos a ponto de nutrirem expectativas de que Estado burguês fosse conceder alguma legitimidade a reivindicação popular de direito habitação dos moradores de Pinheirinho. Conseguiram ignorar a questão que a especulação imobiliária, motivará a operação de guerra montada para fazer a reintegração de posse do terreno a seu ''dono''. O PSTU em conjunto com seu ''irmão'' PSOL são o retrato fiel de uma esquerda brasileira frágil em consistência teórica, impotente em ação mediante a institucionalidade do regime e irreversivelmente colecionadora de revés.

Agora esses mesmos infames do PSTU e seus associados vêm despejando lágrimas sobre o trágico destino a qual a massas de pobres do Pinheirinho foram lançadas. São uns desgraçados isso sim!

Nesse trágico caso o que foi exposto nada mais é do que o conteúdo reacionário da gerência do PSDB. Para alguém mesmo que minimamente maturado não se surpreenderia. A manifestação em defesa de Pinheirinho ocorrida em ocasião ao aniversário da cidade de São Paulo, que foi duramente reprimida pela mesma PM verduga não deixa sobre de dúvidas. A luta entre Tucanos e Petistas é na verdade uma pugna pelo botim estatal, pelo controle da gerência administrativa de um Estado á serviços de empresários, latifundiários. Cada partido representando os interesses de frações da classe dominante. Mas quando se trata de lesar os trabalhadores tanto camarilha vermelho-aburguesada do PT quanto o tucanato são hesitam em formarem alianças táticas para esmagar e destruir quaisquer mobilizações classista-popular. Usam o mesmo receituário instrumentalizando o aparato de repressão “oficial” para desarticulação violenta de movimentos minimamente organizado realizando a captura é submetendo a tortura de todos tipos os quadros militantes. São cúmplices em se tratando de reprimirem o povo.

Lula trata-se do grande tredo da classe trabalhadora, mesmo ainda tendo a imagem turbinada com pesada propaganda “marqueteira’’ que o projeta como um novo ''Pai dos Pobres''.

O Brasil opera uma democracia voltada para os ricos. Pela manutenção de seus privilégios. Não se pode aceitar ou identificar o Estado como sendo uma estrutura imparcial acima de classes sociais, como tão vulgarmente insistem em fazer os seguidores da doutrina da cidadania.

Entre o colaboracionismo contra os pobres, é o oportunismo pacifista, Pinheirinho infelizmente entrará para um demonstrativo de que o povo ainda não possui força necessária para arrostar e vencer a sanha assassina da burguesia.




Kassan – 28/01/2012




Declaração de guerra pelos camponeses revolucionários e Trabalhadores da Resistência Mau Mau

Quando a guerra foi declarada em 1952 nosso país foi transformado em uma enorme prisão. Pessoas inocentes, homens, mulheres e crianças, eram amontoados em campos de concentração, sob todos os tipos de dura repressão.

Quenianos patriotas foram presos e mortos, milhares de outros foram submetidos a lenta morte em Manyani é a campos de concentração Mackinnon e Road. Líderes da UAE foram presos e levado para Kapenguria onde enfrentaram um tribunal Kangaroo.

Massacres em larga escala do nosso povo foram cometidos em todo o país. Enquanto isso Kimathi no Nyandarwa convocou a mobilização total, ele disse ao povo para se unir e lutar com heroísmo contra assassinos estrangeiros, e conduzi-los para fora do país.

Nossas escolas independentes as escolas do povo, foram transformados em forca onde muitos dos nossos compatriotas sofreram indizíveis experimentos até a morte. O nosso gado foi confiscado nossas colheitas nos campos foram destruídas. Todos os mercados públicos foram fechados. E jornais de todas as pessoas foram proibidos.

Milhares de mulheres patrióticas foram trancados em prisões. Muitos delas, com seus filhos foram colocadas em campos de concentração onde sofreram todos os tipos de torturas brutais.

Mais tarde, os colonialistas empregaram um grande número de quenianos que pegarem em rifles para lutar como mercenários em oposição à pátria, para matar e torturar seus próprios compatriotas deixando para trás incontáveis viúvas e órfãos.

Apesar da repressão dura inimigo, a chama revolucionária foi mantida e desenvolvida. E o ódio das pessoas em relação aos opressores britânicos cresceu de dia para dia, é orgulhosamente declararam:

"Seria melhor morrer em nossos pés do que viver de joelhos ".


Kassan 20/01/2012



Patrice Lumumba!

17 de janeiro do assassinato de um dos maiores mártires da luta libertadora africana.

"Não há compromisso entre liberdade e escravidão", disse Patrice Emery Lumumba, que sacrificou sua vida para trazer a verdadeira liberdade ao seu povo. Aqueles que consideram a liberdade como sua prerrogativa exclusiva assassinado em uma tentativa de estrangular o nacionalismo congolês.

"A África vai escrever sua própria história, e em ambos o norte é o sul, será uma história de glória e dignidade", escreveu Lumumba poucos dias antes de sua morte. O Congo já tem sua própria história, mas até agora é apenas uma história de luta, uma história de um período de transição. A história de glória e dignidade Lumumba falou sobre a vontade de vir.

Lumumba personifica o povo congolês. Ele escolheu o caminho da tortura, sofrimento e, por fim, a morte ao invés de se tornar um escravo dos imperialistas. Ele foi firme e teve profunda convicção de que mais cedo ou mais tarde, seu país seria completamente independente.

Lumumba e do povo congolês!

O movimento de libertação do Congo tinha suas próprias características. No início, quando os nacionalistas reais liderado por Lumumba exigiram a independência, alguns líderes políticos em conivência com os círculos colonialistas pediram a criação de uma comunidade com a Bélgica. Despojado de seus enfeites, que significava a retenção do domínio colonial no Congo puro e simples. Um homem percebeu mais cedo e melhor do que qualquer outro líder político que tinha de ser feito para levar o movimento de libertação nacional para a vitória. Seu nome era Patrice Emery Lumumba e sua principal preocupação era fazer com que seu povo consciente de si mesmos como nação.

Ele foi o primeiro líder congolês a entrar em contacto com o povo, para discutir os problemas do seu país e tomar a sua vontade em consideração. Em 1958, quando ele voltou de viagem a qual fez para Accra, capital de Gana, Lumumba organizou um comício na Praça da Vitória Leopoldville. Mais de 15.000 homens, mulheres, jovens e velhos reuniram-se para a praça para ouvi-lo. Foi à primeira vez na história do Congo que o povo respondeu a uma chamada de um compatriota. Até então eles tinham sido ensinados a obedecer apenas às instruções do homem branco.

O sucesso do comício superou todas as expectativas. Com outros líderes políticos congoleses de pé o seu lado, Patrice Lumumba falou das conversações que ocorreram na Conferência em Acra, de forma tudo de forma clara e simples. As pessoas o ouviam em silêncio e com bastante atenção.

Confiante em si mesmo e falando de improviso, Lumumba disse ao povo das dificuldades existentes no caminho para a independência nacional. Sublinhou repetidamente a necessidade de unidade e consciência nacional. "Nós não somos diferentes de quaisquer outros habitantes do mundo. O Congo é o nosso país. Devemos ser os mestres em nossas casas. Por isso, vamos começar hoje a luta por nossos direitos. Vamos nos unir e avançar para a independência", afirmou de maneira categoria e amplamente convicta.

A palavra "independência" golpeou uma corda sensível no coração das pessoas. Naquele momento Lumumba estabeleceu contato direto com seus ouvintes. Ele havia tocado em suas esperanças mais queridas. O povo viu que ele era o homem para levá-los à liberdade. Por sua parte Lumumba sentiu a resposta dos seus ouvintes.

Continuou: "Os colonialistas procuram dividir-nos, a fim de continuar governando-nos. Vamos provar nossa maturidade. Vamos viver como irmãos a independência é nosso direito inato. Nós não precisamos de ninguém para apresentá-la para nós, porque este país pertence... Para nós. Se os colonialistas optar por ignorar as nossas exigências legais, vamos fazer de tudo para arrancar a nossa independência deles.” A multidão respondeu com gritos de "Independência! Viva Lumumba Independência!"

Enquanto o povo expressou sua aprovação sincera de declarações de Lumumba, os belgas poucos presentes na praça praticamente se contorcia em fúria. Nesse meio tempo Lumumba continuou falando sobre o tema da independência nacional e da luta para alcançá-lo. Segundo o costume do Congo, o orador e seus ouvintes começaram um diálogo. "Você quer ser os mestres de seu país?" Lumumba pediu. "Sim", trovejou o povo em resposta. "O que é necessário para isso?" Lumumba continuou. "Independência!" o povo respondeu. Este encontro, chamado de Congo por congolês, terminou com uma nota de júbilo. Lumumba foi o primeiro homem a despertar a consciência do povo nacional, que foi para mudar o futuro de antiga colônia belga para uma nação livre.

Luta e morte pela independência!

Em 30 de junho de 1960, quando o povo do Congo estava a celebrar a sua independência, os belgas esperavam recuperar o controle sobre o país. Mas, apesar de todas as suas intrigas contra Lumumba, ele permaneceu no poder até o mais cruel período de sua carreira política.

Porém os colonialistas não se daria por vencimento tão facilmente. Logo tramaram então de iniciar tramas para sabotar o governo sobre a chefatura de Lumumba. Para essa missão ser bem sucedida conseguiram obter ajuda de próprios Congoleses nativos que pela sanha de poder preferiram trair sua pátria. Com apoio da de agências de inteligência norte-americana e belga mercenários capturarem e Lumumba para que assim pudesse ser possível golpear a força popular que movia o Congo a uma nova realidade. Sem que houvesse julgamento ou possibilidade de defesa foi submetido a sessões de brutais torturas. Com requintes de extrema crueldade os facínoras o mataram em seguida dissolvendo seu corpo em ácido para apagar a existência física de Patrice Lumumba. Até o último minuto de sua vida, Lumumba mostrou que ele era um grande líder guiando os destinos do seu povo a quem sempre serviu com dedicação. O que se se sucedeu após o assassinato foi a ascensão da ditadura de Mobutu, lacaio das diretrizes neocolonialistas que logo tratou de reprimir o povo abrindo espaço para que fosse possível se estender novamente sobre a pátria congolesa o fardo da exploração estrangeira.

A Vida de Lumumba foi uma luta contínua para os interesses do Congo. Com o apoio do povo tornou-se o Chefe de Governo e líder do movimento de libertação nacional no país. Mesmo sobre o percurso de sua morte ter já seis décadas, quando o povo se lembra de sua causa e sua vida inspirara-se a confiar em sua própria capacidade.


Patrice Lumumba Vive!

Liberdade ao Congo é toda África!



Kassan 17/01/2012



Rápido apontamento sobre o Movimento Nação Mestiça


Eles não se identificam como afro-descendentes e também não se marcam como euro-descendentes. Então que eles tome as devidas liberdades para se auto-definirem. Não compartilho simpatia em relação à Nação Mestiça e seu plataforma ''mulatista''. Para mim e a básica lógica do 'dividir para conquistar', isso por que não existe procedência em se fazer uma luta segmentada contra discriminação racial. Por que racismo age sobre mecanismos que prejudicam a coletividade. E tolice pensar nessa forma: a luta dos negros contra o racismo, a luta dos mestiços contra o racismo, a luta dos indígenas contra o racismo. Sendo racismo poderosamente pernicioso então existe a necessidade de uma luta comum e em conjunto e não uma luta em partes separadas.

E preciso ponderar que esse processo de semi-fusão racial-étnica não foi erguido sobre circunstâncias harmoniosas ou pacíficas como tão apregoa Gilberto Freyre e seus discípulos contemporâneos Ali Kamel e Demétrio Magnoli.

Não se pode apagar a violentíssima história de abusos e exploração que demarcaram limite e impôs a hierarquização de classes sociais e consequentemente das relações inter-raciais. Pessoas brancas têm sido as mais beneficiadas desde os primórdios do período colonial até os dias atuais com a estrutura cultural, política é econômica firmada no Brasil.


Endereço: Nação Mestiça.


Kassan 15/01/2012



Bebida batizada com sangue!

A multinacional Coca-Cola está a ser acusada por organizações de luta por direitos civis e liberdade da Suazilândia de estar a manter um vantajoso acordo financeiro com rei do país, Mswati III, tido como o último monarca absolutista do continente Africano.


O reino de Suazilândia tem instalado a maior fábrica da Coca- Cola na África. Porém isso não gera benefício algum para a população, tendo em vista que os lucros são remetidos para fora do país. Sendo esses lucros altíssimos garantidos pela extensa exploração da mão de obra barata dos trabalhadores é pela inexistência de uma legislação trabalhista que garanta direitos.


Conforme denúncia publicada no jornal britânico The Guardian, a coordenadora da Campanha Democracia na Suazilândia, Mary Pais Da Silva, solicita à remoção da multinacional do país. Suas palavras foram:

«A Coca-Cola deve saber que está a fazer negócio com as pessoas erradas, os lucros não ajudam o suazi comum, enquanto o rei está cada vez mais rico todos os dias. Por intermédio desse acordo mútuo Mswati III reúne força para reprimir a oposição ao seu regime.


Por nota a Coca-Cola informa que o rei não recebe nenhum tipo de rendimentos pelas operações da empresa em Suazilândia , algo que contrária as que confirmações expostas pelo The Guardian que o acordo entre o monarca é a empresa tendem a ser um dos mais significativas de África. Coca-cola ainda informa não se responsabilizar, pela forma como são usados os recursos obtidos através de impostos pelo governo, segundo dados de alguns ativistas a empresa representa cerca de 40% do PIB da Suazilândia.

Os padrões de qualidade de vida da maior parte da população do pequeno país africano são terríveis estando muitos abaixo da linha de pobreza extrema tudo isso em contraste com a opulência ostentada por Mswati III, que possui uma fortuna de 77 milhões de euros.

Desviando em favor próprio o dinheiro Mswati III se dá ao direito de ser casado com 13 mulheres, o rei organiza todos os anos um baile em que pode escolher uma nova noiva entre dezenas de milhares de virgens.


Nota de opinião!

Essa relação promíscua entre Mswati III e a gigante Coca-Cola não e uma exclusiva da Suazilândia, ela se repete nos demais países africanos. Pseudo-líderes que na realidade são títeres permitem que as transnacionais muito delas de origem das ex-metrópoles tenham total liberdade para atuarem nos mais diversos setores econômicos. A consequência disso e que as frágeis economias africanas acabam por serem estranguladas por um sistema de dependência do capital estrangeiro em um verdadeiro processo de escravização financeira, a população não e beneficiada em nenhuma circunstância com a presença das multinacionais em seus territórios, mais pelo contrário são obrigadas a trabalharem sobre um salário parco, não tendo direitos a nenhuma garantia.

A corrupta burguesia nativa consorciada se atrela a esses esquemas, enriquecendo sobre a custa da miséria do povo. E para garantir que essa ordem não seja quebrada utilizam-se do aparato estatal para reprimir qualquer tipo de contestação é oposição.

A revolução africana deve ter como objetivo expropriar todos os trustes imperialistas, que exploram os povos e riqueza do continente. São esses monopólios em associação com lacaios é corruptos que fazem com que a Africa embora seja um dos lugares mais ricos em recursos do mundo esteja em mergulhada em opróbrio.

Kassan 08/01/2012



Possível extinção da SEPPIR lança incerteza para movimento negro servil!

Com aproximação de uma renovação ministerial surgiu a possibilidade a Secretária de Políticas de Promoção da Igualdade Racial ser extinta dando lugar a uma nova pasta que agregaria todas questões relacionadas a política especifica para gêneros.

Análise crua!

Em uma análise séria a respeito da SEPPIR o que se pode chegar a duas conclusões básicas. Primeira que esse órgão simplesmente não tem serventia prática. Segunda se pode afirmar que esse órgão tem a servir como um cabideiro de vagas para ativistas cooptados pelo poder estatal, principalmente ligados ao PT... Fora disso é impossível identificar algum resultado concentro que a SEPPIR tenha efetuado desde sua criação até o presente momento.

A SEPPIR foi criada em 2003 foi ovacionada sobre uma alegação fraca que ela possibilitaria a instrumentalização para aplicação de políticas afirmativas para população negra - parda. Isso sim foi uma triste é ilusória impressão, logo se percebeu que a secretária se deu como uma excelente oportunidade para um segmento não autônomo do movimento negro entranhar no Estado é dele poder usufruir de benefícios típicos daqueles que ocupam cargos ''públicos'', vide exemplo de Matilde Ribeiro.

Passado os anos a SEPPIR comprovou sua inércia, sendo derrotada em diversas questões sendo uma das principais não ter conseguido impedir os Democratas sobre chefatura de Demóstenes Torres de rasurarem o texto do Estatuto da Igualdade Racial.

A SEPPIR tem um dos menores recebimentos de recursos federais, isso evidencia que o própria administração petista menospreza e tão pouco destina importância ao trabalho a qual a secretária formalmente foi criada. A possível desativação da SEPPIR é sua anexação em um ministério de defesa dos “direitos humanos” se encaixa nesse contexto que comprova e afirma sua inutilidade.

Kassan 04/01/2011